Preconceito e discriminação evidenciam-se quando nos baixa a auto-estima



As pessoas que emitem juízos preconcebidos, discriminando alguém do ponto de vista social, racial ou sexual, são propensas a apresentar, elas próprias, uma baixa auto-estima. Num estudo recente, publicado na revista “Psychological Science”, uma publicação da Association for Psychological Science, cientistas norte-americanos  explicam como tudo isto funciona.
 "Esta é uma das razões ancestrais que explicam a razão pela qual as pessoas têm preconceitos e estereótipos para com os outros: Pelo facto de nos fazer sentir melhor (…) Quando nos sentimos mal connosco, denegrimos os outros, e isso nos faz sentir melhor sobre nós próprios”, explicou Jeffrey Sherman, da Universidade da Califórnia, em Davis, EUA, co-autor do estudo em conjunto com Thomas Allen.
Neste novo estudo, os investigadores concluíram que, de facto, uma baixa auto-estima despoleta a intensidade dos preconceitos pejorativos.
Fonte: Alert

Quando a auto-ajuda não ajuda



Quantos de nós não se sentiu já o pior e mais desafortunado ser ao cimo da terra? Quantos de nós não passou já por fases na vida em que qualquer pequena dificuldade parece ser insuperável? E quantos de nós não comprou já um daqueles livros de auto-ajuda que proliferam nos lugares mais visíveis das livrarias? 

Contudo, um estudo recente afirma que as frases positivas que são oferecidas como mantras nos manuais de auto-ajuda podem, afinal, causar o efeito inverso nos indivíduos que se pensava que mais iriam lucrar com elas: as pessoas com baixa auto-estima. 

A felicidade, o bem-estar, o sucesso em todos os campos parece estar ao alcance de todos; basta, para isso, ler um livro de auto-ajuda. Na verdade, do ponto de vista científico, trata-se de uma falsa ideia, amplamente difundida na sociedade. 

No artigo, publicado na revista “Psychological Science”, os investigadores referem que, ao contrário do que toda a gente julga, as frases de auto-afirmação positiva podem não ter qualquer utilidade para algumas pessoas, embora possam beneficiar outras. 

E podem mesmo ter o efeito contrário, fazendo com que algumas pessoas se sintam pior.Por isso, os investigadores concordam que as pessoas com baixa auto-estima possam beneficiar de frases moderadamente positivas, do estilo “gosto de dar presentes”, em vez de frases muito genéricas, do tipo “sou muito generoso” 

Em entrevista à BBC, Joanne Wood explicou o fenómeno: “o que acontece é que, quando uma pessoa com baixa auto-estima repete pensamentos positivos, provavelmente tem sentimentos contraditórios. Portanto, se afirmam 'Sou uma pessoa querida', podem estar a pensar 'Bem, nem sempre sou querido' ou 'Não sou querido neste sentido' e esses pensamentos contraditórios podem-se sobrepor aos pensamentos positivos". 

De qualquer modo, no artigo, os cientistas referem que os pensamentos positivos são, de facto, eficazes, quando integram uma terapia mais ampla, mas, por si só, tendem a reverter o efeito que supostamente deveriam ter. 

Em jeito de alerta, a psicóloga pede aos autores de livros, artigos e programas de televisão que promovem a auto-ajuda para deixarem de insistir na ideia de que a repetição de um mantra positivo aumentará a auto-estima. Porque, diz, isso "é frustrante para as pessoas quando tentam e não funciona".

Fonte:Alert

Quase 70% dos casamentos terminam em divórcio



Em 2010 registaram-se em média  109 uniões por dia, sendo menos de 17 mil católicas, o que se traduz numa quebra de 24 611 celebrações religiosas relativamente ao ano de 2000. Neste período o número de casamentos civis manteve-se estável. Já o número de separações aumentaram para o dobro, ou seja, cerca de 68,9 uniões em cada 100. A idade média dos noivos passou para os 30 anos.

O número de crianças e jovens com diabetes está a aumentar

Segundo dados do Observatório Nacional da Diabetes, o número de crianças e jovens com diabetes está a aumentar, tendo duplicado nos últimos dez anos. Só em 2010 morreram em Portugal quase 5.000 pessoas devido a esta doença. 
Sabe-se que hoje em dia as pessoas estão mais susceptíveis a essas doenças e que os jovens são particularmente vulneráveis por causa da vacinação.

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