Inicio das aulas … Atenção ao sono das crianças

Os profissionais de saúde deviam ensinar os pacientes mais novos e os seus pais a adotarem medidas que poderão melhorar a qualidade do sono incluindo uma hora de deitar consistente, limitação de ingestão de bebidas com cafeína no final do dia e ausência de aparelhos de alta tecnologia no quarto.

Todas estas medidas ajudam a promover bons hábitos de sono, o que também pode aumentar o estado de alerta na escola ou trabalho, melhorar o humor e aumentar a qualidade de vida na sua totalidade.
As crianças que não dormem consistentemente as horas necessárias apresentam obesidade e adiposidade aumentadas aos sete anos de idade, dá conta um estudo publicado na revista “Pediatrics”.
Neste estudo as horas de sono foram consideradas insuficientes no caso das crianças entre os seis meses e os dois anos dormirem menos de 12 horas, entre os três e os quatro dormirem menos de 10 horas e entre os cinco e os sete anos dormirem menos de 9 horas. 
O estudo apurou que as crianças com as classificações de sono mais baixas apresentaram os níveis mais elevados das medições corporais que refletiam a obesidade e a adiposidade, incluindo a gordura abdominal que é considerada especialmente perigosa. Esta associação foi consistente em todas as idades, o que indica que não há um período crítico específico para a interação entre o sono e o peso.

Os investigadores constataram que as classificações de sono mais baixas foram mais comuns entre as crianças cujas famílias tinham rendimentos mais baixos, educação materna mais baixa e entre as minorias raciais e étnicas.

Depressão e doença cardíaca estão associadas


Investigadores americanos propuseram uma nova subespecialidade para diagnosticar e tratar os pacientes que sofrem de depressão e de doenças cardíacas - a psicocardiologia.
O stress é um fator muito importante para o conhecimento da associação entre a depressão e as doenças cardíacas. O stress pode conduzir à depressão, e esta por seu lado pode tornar-se stressante. O sistema imunológico responde ao stress da mesma forma que combate uma doença ou infeção. Em resposta ao stress, o sistema imune produz proteínas chamadas de citoquinas. Inicialmente esta resposta inflamatória protege contra o stress. Contudo, com o passar do tempo, a resposta inflamatória crónica pode conduzir ao aparecimento da arteriosclerose e à doença cardiovascular
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Ansiedade dos pais causa stress nos filhos

Os pais com distúrbios de ansiedade social colocam os seus próprios filhos em risco de desenvolverem stress, sugere um estudo publicado no “Child Psychiatry and Human Development”. 

O estudo apurou que os pais com ansiedade social eram menos carinhosos e afectivos para com os seus filhos, criticavam mais e questionavam a capacidade de as crianças completarem uma determinada tarefa. Como resultado, a ansiedade das crianças aumentava e caso esta se tornasse crónica poderia aumentar o risco das crianças desenvolveram um distúrbio de ansiedade avançado. 

Os investigadores chamaram atenção para o facto de o estudo não ter especificamente analisado se os comportamentos dos pais causavam ansiedade nos filhos, contudo isso ficou provado. 

Na opinião dos autores do estudo, os médicos que tratam de pais com problemas de ansiedade social deveriam ser alertados quanto à possibilidade dos filhos desses pacientes serem influenciados. 

Segundo o líder do estudo, Golda Ginsburg, “ a ansiedade social parental deveria ser considerada um factor de risco para a ansiedade na infância”. 

Os investigadores acrescentam que a ansiedade é resultante da interacção dos factores genéticos e ambientais. Apesar dos factores genéticos não poderem ser controlados, os factores ambientais podem ser alterados de forma a diminuir ou impedir a ansiedade dos filhos. 

“As crianças que têm mais propensão para a ansiedade não ficam mais ansiosas devido aos seus genes, o que é necessário é impedir que os catalisadores ambientais, neste caso, os comportamentos dos pais, desbloqueiem os mecanismos genéticos responsáveis por esta doença”, conclui a investigadora. 

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Agressividade das crianças: qual o motivo?

O motivo da agressividade das crianças não é todo igual, sugere um estudo publicado na revista “Development and Psychopathology”.
A resposta agressiva à frustração faz parte do começo da infância, mas é esperado que as crianças consigam gerir as suas emoções e que controlem os seus comportamentos quando iniciam a escola. As crianças que não o conseguem fazer, que agridem os seus colegas quando estão frustrados ou causam outro tipo de distúrbios na sala de aulas, apresentam um risco elevado de mais tarde se tornarem delinquentes, violentos, consumirem substâncias abusivas ou cometerem mesmo o suicido. “Assim, quanto mais cedo se intervir, melhores são as probabilidades da criança entrar no trilho certo”, revelou, em comunicado de imprensa, uma das autoras do estudo, Lisa Gatzke-Kopp

 O estudo apurou que cerca de 90% das crianças agressivas tinham uma menor capacidade verbal ou eram fisiologicamente mais ativas. Os autores explicam que as capacidades verbais são necessárias para entender os sentimentos dos outros e expressar os sentimentos sem necessidade de recorrer à agressão. As crianças também necessitam das suas capacidades cognitivas e de execução para manipularem a informação e pensarem em alternativas à agressão. Contudo, para as crianças que têm dificuldade na expressão verbal, a agressão é a solução mais fácil quando se deparam com a frustração.
Por outro lado há crianças agressivas que apesar de terem um bom nível de expressão verbal e função cognitiva são fisiologicamente mais ativas, ou seja, são emocionalmente mais reativas e tendem a ter uma vida com mais stress.
A investigadora conclui como estes são dois processos muito diferentes, baixa capacidade verbal e reatividade, estas crianças necessitam de diferentes abordagens para se conseguir alterar o seu comportamento.

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