Dia Mundial do Cancro - 04.Fevereiro.2015

Um Psicólogo pode ajudar

O desgaste emocional de viver com um diagnóstico de cancro e com o seu tratamento, o medo de uma recaída e o sofrimento imposto pelos problemas físicos e mentais de viver o dia-a-dia com um cancro, colocam desafios difíceis àqueles que passam por esta experiência, aos seus familiares e cuidadores. Procure ajuda. Um Psicólogo pode ajudá-lo/a a melhorar a sua qualidade de vida, potenciando o seu bem-estar e a sua Saúde Psicológica.
Fonte: OPP

Boa qualidade do sono na juventude e meia-idade previne declínio cognitivo


Investir numa boa qualidade do sono na juventude ou na meia-idade pode ser a chave para ter uma boa memória mais tarde na vida, defende um estudo publicado na revista “Perspectives on Psychological Science”.

A associação entre o sono e o desempenho cognitivo tem sido extensivamente investigada, e está cada vez mais provado e aceite que o sono afeta a capacidade de aprendizagem e memória. Contudo, os investigadores da Universidade de Baylor, nos EUA, referem que à medida que as pessoas envelhecem tendem a dormir menos e a ter menos sono de ondas lentas, o qual é importante para a memória.

Assim, neste estudo os investigadores decidiram averiguar se estas alterações de sono afetavam a função cognitiva tendo para tal revisto mais de 200 estudos. Os participantes foram divididos em três grupos distintos: jovens com idades compreendidas entre os 18 e os 29 anos, indivíduos de meia-idade entre os 30 e os 60, e idosos com mais de 60 anos.

Os investigadores avaliaram o número de horas que, em média, os participantes dormiam por noite, quanto tempo demoravam a adormecer, a frequência com que acordavam durante a noite e se se sentiam cansados durante o dia.

O estudo apurou que os participantes jovens e de meia-idade tendiam a dormir mais horas e a ter uma melhor qualidade de sono comparativamente com adultos mais velhos, e isso pareceu beneficiar a sua função cognitiva anos mais tarde. De acordo com os investigadores, dormir bem na meia-idade pode melhorar o funcionamento mental 28 anos mais tarde.

Contudo, verificou-se que uma boa qualidade de sono aos 70, 80 e 90 anos parece ter pouco efeito na memória. No entanto, uma boa qualidade de sono pode melhorar a saúde cardiovascular e reduzir o risco e severidade de várias doenças que afetam os idosos.

De acordo com investigadores, estes resultados sugerem que manter uma boa qualidade de sono, pelo menos no início da adulta e meia-idade, promove um melhor funcionamento cognitivo e protege contra o declínio associado à idade.

Fonte: ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Exercício físico pode não compensar malefícios do sedentarismo

Ao contrário do que se pensa, os malefícios oriundos das longas horas que se passa sentado durante o dia poderão não ser compensados pela prática regular de exercício físico, atesta um estudo. “Mais de metade de um dia normal de uma pessoa é passado de forma sedentária – sentado, a ver televisão ou a trabalhar com um computador”, afirmou David Alter, investigador sénior da Toronto Rehab da University Health Network (UHN) e do Instituto de Ciências de Avaliação Clínica em Toronto, Canadá. O tempo passado sentado durante o dia está associado a uma maior incidência de doença cardíaca, cancro, diabetes e morte. “Evitar períodos de sedentarismo e praticar exercício regularmente são importantes para melhorar a nossa saúde e sobrevivência”. O cientista explicou que praticar meia hora de exercício diariamente, mas passar as restantes 23 horas e meia de forma sedentária não é suficiente. Sendo assim, dever-se-ia procurar diminuir o tempo de sedentarismo entre 2 a 3 horas num período de 12 horas. O investigador deixa algumas sugestões para diminuirmos o período de tempo sedentário: “ o primeiro passo é a monitorização do tempo sentado – após termos começado a contar torna-se mais provável que alteremos o nosso comportamento. Depois é estabelecer objetivos atingíveis e arranjar oportunidades de incorporar mais atividade física (e menos tempo sentados) na nossa vida diária. Por exemplo, no trabalho levante-se e movimente-se durante dois a três minutos a cada meia hora, e quando estiver a ver televisão, levante-se ou faça exercício durante a parte da publicidade”. 

Fonte:ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Acupuntura pode evitar milhões de mortes anuais por tabaco

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), as doenças associadas ao tabagismo são responsáveis por seis milhões de mortes anuais. Contudo, a acupuntura pode ajudar na cessação tabágica, reduzindo a ansiedade associada à privação de nicotina.

Na cessação tabágica, a abordagem é normalmente dupla: uma sessão focada no tratamento físico da habituação e uma segunda fase dedicada à componente psicológica.

Ao longo desta última fase, a aplicação das agulhas induz a produção de hormonas de prazer, como a endorfina, serotonina e dopamina, reduzindo a ansiedade e o prazer no ato de fumar. 

O tabagismo é responsável por seis milhões de mortes anuais, ultrapassando o número de vítimas da SIDA, malária e varíola juntas. Menos de 30% dos fumadores conseguem deixar de fumar sem apoio. No entanto, o acompanhamento especializado durante a cessação duplica as hipóteses de sucesso do mesmo.

Os riscos induzidos pelo consumo de tabaco incluem as doenças coronárias e do foro respiratório, bem como alguns tipos de cancro. Os efeitos nocivos do consumo de tabaco afetam não só os fumadores, como também os não fumadores. Segundo a OMS, registam-se 600 000 mortes anuais de fumadores passivos, dos quais 28 por cento são crianças.

Fonte: ALERT Life Sciences Computing, S.A.