Mimar o gato é perigoso para a saúde e pode ser fatal

Um grupo de médicos do Centro para o Controlo e Prevenção de doenças, nos Estados Unidos da América, realizou um estudo sobre a bactéria responsável pela doença da "arranhadura do gato".

Os resultados demonstram que o impacto e risco de morte associados à doença são muito superiores ao inicialmente pensado. A probabilidade de um gato comportar esta bactéria é maior nos animais mais jovens.

"O risco da doença é superior ao que pensávamos. Devemos trabalhar na prevenção desta doença. Temos que identificar as populações em risco e o seu perfil", disse Christina Nelson, uma das autoras do estudo, em declarações ao jornal britânico ao "The Telegraph".

Este problema costuma manifestar-se entre três a dez dias depois de um arranhão de um gato infetado. Os humanos também podem ficar contaminados depois de acariciar um gato infetado e tocar na boca sem lavar as mãos. Depois, costuma formar-se uma bolha vermelha e a pessoa infetada pode ganhar febre.

Os médicos têm alertado para que as pessoas que convivem diariamente com gatos lavem as mãos depois de tocarem nos animais, recomendando que se evite beijar estes animais sempre que possível.

Apesar da surpresa, trata-se de uma doença relativamente rara, com uma percentagem de 4,5 em cada 100 mil.

JN 20/09/2016

Portugueses revelam alto nível de sedentarismo

O Inquérito Nacional de Saúde, com exame Físico, promovido e desenvolvido pelo Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, em parceria com o Instituto Norueguês de Saúde Pública e com as administrações regionais de saúde do continente e das regiões autónomas dos Açores de da Madeira, identificou uma elevada prevalência de hipertensão arterial, obesidade e diabetes, bem como altos níveis de sedentarismo, de consumo de bebidas alcoólicas e exposição ao fumo do tabaco.
O estudo apurou ainda que cerca de um terço (33,8%) da população masculina referiu consumo perigoso de álcool (binge drinking), valor muito superior ao do sexo feminino (5,3%)  

DORMIR POUCO COLOCA JOVENS EM RISCO (MAS DORMIR DEMASIADO TAMBÉM)

A falta de sono é uma séria ameaça para os mais jovens, deixando-os mais propensos a sofrerem lesões desportivas e a envolverem-se em acidentes de viação. Mas dormir demasiado tem as mesmas consequências negativas.

São as conclusões de um estudo do Centro de Controle de Doenças e Prevenção (CCD) dos EUA que analisou o comportamento e padrões de sono de 50.370 adolescentes, todos a estudarem no Secundário, com o intuito de avaliar se dormir pouco era uma ameaça para eles.

As conclusões apontam para que os jovens que dormem menos do que o recomendado ficam mais propensos a tomarem más decisões que podem colocar as suas vidas em perigo, mas a mesma ideia se aplica àqueles que dormem mais do que as 9 horas aconselhadas.

Nos jovens com 9 horas de sono, quase 5% reportaram ter bebido e conduzido no mês anterior, dado que subiu para 10% naqueles que dormiram apenas 6 horas e para 17% nos que tiveram ainda menos horas de sono, refere a investigadora.

Mas dormir demasiado, ou seja, mais do que 10 horas, também está associado aos mesmos comportamentos de risco, nota Anne Wheaton. Uma circunstância que pode ter a ver com sinais de depressão, refere.

Os maus hábitos de sono são uma questão essencial na adolescência e pré-juventude, uma fase da vida em que os jovens enfrentam complexidades desafiantes, em termos hormonais, corporais e emocionais.

Para combater esta desregulação, Anne Wheaton sugere a manutenção de rotinas de sonocontínuas, com horas para deitar e acordar constantes, mesmo aos fins-de-semana.

Para afastar as dificuldades para dormir, é conveniente tirar equipamentos informáticos do quarto, como consolas de jogo, computadores e televisão, e evitar a cafeína a partir da tarde.

Igualmente importante é evitar a exposição a luz artificial que também perturba o sono por promover a secreção de melatonina, a chamada “hormona da escuridão”.

SV, ZAP

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Consultas de psicologia são "um luxo" para a maioria dos portugueses

Um inquérito da Deco sobre o preço das consultas de psicologia revelou que o acesso a esta especialidade é "um luxo" para a maioria dos portugueses... 
(Diário de Notícias 16/3/2016).


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